Encerramento Curso Processos Administrativos SENAI - Pouso Alegre 2013
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Mais de 20 mortos na Líbia em confronto de facções por aeroporto de Trípoli
domingo, 3 de agosto de 2014
Mais de 20 mortos na Líbia em confronto de facções por aeroporto de Trípoli
TRÍPOLI (Reuters) - Mais de 20 pessoas morreram em conflitos entre as facções armadas que disputam o controle do aeroporto de Trípoli, disse no domingo o governo da Líbia. Os choques causaram um grande incêndio no maior depósito de combustíveis da cidade.
Facções rivais dos povoados de Misrata e Zintan estão lutando há quase três semanas para controlar o aeroporto da capital do país, no pior episódio de violência desde a revolta que derrubou o líder Muammar Gaddafi em 2011.
"Os hospitais de Trípoli receberam 22 corpos (no sábado) e 72 feridos", disse o governo líbio em um comunicado.
A capital estava tranquila no domingo de manhã, à exceção de algumas explosões esporádicas. Mas oito tanques de gás no depósito de combustível de Trípoli, que fica próximo ao aeroporto, continuavam queimando depois que um foguete atingiu o local. O incêndio gerou uma enorme nuvem de fumaça sobre a cidade.
O Ministério do Petróleo emitiu um alerta advertindo que os tanques poderiam explodir e pediu que o Ministério da Saúde esteja preparado caso haja vítimas.
As milícias de Misrata e Zintan lutaram juntas para derrubar Gaddafi, mas há três anos eles se negam a baixar as armas e sua rivalidade levou a uma sangrenta batalha para definir o grupo que tem o controle da Líbia.
Explosão numa fábrica de metal deixa 75 mortes na província de Jiangsu
Explosão numa fábrica de metal deixa 75 mortes na província de Jiangsu
Pelo menos 75 pessoas morreram e mais 185 ficaram feridas durante uma grande explosão ocorrida no sábado(2) numa fábrica de metal na cidade Kunshan, na província chinesa de Jiangsu.
Pelo menos 75 pessoas morreram e mais 185 ficaram feridas durante uma grande explosão ocorrida no sábado(2) numa fábrica de metal na cidade Kunshan, na província chinesa de Jiangsu.
Logo após o acidente, o Conselho de Estado mandou criar um grupo de investigação que inclui o diretor da Administração Estatal de Segurança no Trabalho, Yang Dongliang, e outros integrantes dos departamentos do Conselho de Estado e do governo provincial de Jiangsu.
Numa reunião convocada hoje, o grupo de investigação abordou os trabalho de busca e regate dos sobreviventes, tratamento das mortes e a divulgação das informações. O grupo fez uma análise preliminar do acidente e decidiu lançar uma campanha de supervisão de segurança nas plantas siderúrgicas de todo país.
No discurso, o diretor salientou a importância de se tirar lição desse acidente marcado com sangue, dizendo que não se pode superar a linha vermelha do desenvolvimento ao custo de vidas humanas.
Tradução: Laura
Revisão: José Medeiros da Silva
Terremoto na China mata ao menos 367 e deixa mais de 1.300 feridos
China é frequentemente atingida pelo fenômeno na parte sudoeste do país; em 2008, 70 mil morreram em Sichuan
Imagens da TV estatal chinesa mostram o momento exato em que o terremoto de magnitude 6,1 atingiu o sudoeste da China neste domingo. Pelo menos 367 pessoas morreram e mais de mil ficaram feridas. O tremor aconteceu às 16h30 da hora local (5h30 de Brasília). A província mais afetada foi Yunnan, principalmente o montanhoso condado de Ludian, onde vivem quase 300 mil pessoas. As províncias vizinhas, de Guizhou e Sichuan, também sentiram os efeitos.
Veja o vídeo: Momento exato do terremoto
A TV chinesa mostrou imagens de prédios derrubados – um deles, uma escola. Segundo as autoridades, as comunicações com o local foram seriamente afetadas.
O governo respondeu enviando 2 mil barracas, 3 mil macas, 3 mil cobertores e 3 mil casacos para a zona do desastre.
O sudoeste da China está localizado em uma área susceptível a terremotos. Em 2008, um tremor em Sichuan matou quase 70 mil pessoas.
Google é acusado de ferir lei antitruste
sábado, 3 de maio de 2014
Google é acusado de ferir lei antitruste
O Google está sendo acusado de violar a lei antitruste. A companhia sofre processo registrado no US District Court of Northern California por utilizar a negociação de seu sistema operacional Android para monopolizar o mercado de busca em dispositivos móveis.
Segundo informações do CNet, o Google estaria fazendo acordos sigilosos com fabricantes para que o Android rode em seus aparelhos, embutindo seu famoso aplicativo de busca juntamente com outros, como o YouTube e Google Play. Suspeita-se que a companhia até mesmo tenha uma forma de parceria em que os vendedores de dispositivos móveis com seu sistema operacional podem usufruir de suporte financeiro, técnico e judicial.
Essa teoria teria sido comprovada com o apoio incondicional do Google à Samsung no processo contra a Apple, já que a família de iPhones e iPads, com o sistema operacional iOS, compete diretamente com os aparelhos Android.
"Como o Google bem sabe, os consumidores não sabem como alterar, ou nem mesmo imaginam que é possível alterar, seus mecanismos de busca nesses dispostivos. Essa prática assegura de forma efetiva que os consumidores utilizarão mais a busca do Google do que os produtos concorrentes", descreve a ação.
Além disso, o fato do Google "competir sozinho" diminui a possibilidade do próprio serviço melhorar e mantém os preços dos aparelhos lá em cima.
"O Google não conquistou seu monopólio oferecendo o melhor mecanismo de busca. Com essa manobra anticompetitiva, não é preciso ser um especialista para encontrar evidências de manipulação do mercado", acusa Steve Berman, parceiro do escritório especializado em direito do consumidor Hagens Berman. "Resumindo: Não há nenhuma razão legal ou competitiva para o Google pré-carregar seus aplicativos desta forma."
O Google se defende, dizendo que seus produtos podem ser utilizados sem a presença do Android e vice-versa.
"Qualquer um pode usar Android sem Google e qualquer um pode usar Google sem Android", responde a companhia. "Desde a chegada do Android há grande competição entre os consumidores, que têm mais opções e preços mais baixos."
De acordo com pesquisa da empresa estadunidense ComScore, especializada em análise de dados da internet, o Google controla 67,5% do mercado de mecanismos de busca.
Fonte: http://canaltech.com.br/noticia/google/Google-e-acusada-de-ferir-lei-antitruste/#ixzz30ghuBulq
Bill Gates deixa de ser o principal accionista da Microsoft
Fundador do grupo continua a desfazer-se das suas participações. Maior accionista individual é agora Steve Ballmer.
Bill Gates, o fundador da Microsoft, deixou de ser o principal accionista individual do grupo norte-americano, lugar que agora é ocupado por Steve Ballmer, antigo presidente executivo do grupo.
De acordo com um comunicado publicado no site do regulador de mercado de capitais dos Estados Unidos, Bill Gates vendeu 4,6 milhões de acções, reduzindo a sua participação para 330,14 milhões de títulos. Steve Ballmer é agora o principal accionista individual da Microsoft, onde detém 333,25 milhões de títulos.
O fundador da empresa fica com 4% do capital do grupo, enquanto Ballmer detém 4,03% das acções.
Steve Ballmer reformou-se em Fevereiro, mas manteve a sua carteira de acções. Para o seu lugar na presidência do conselho de administração foi nomeado Satya Nadella, que actualmente dirige o grupo.
Bill Gates, que fundou a empresa em 1975 com um antigo colega de escolar Paul Allen, já vendeu 20 milhões de acções por trimestre ao longo dos últimos 12 anos, de acordo com um plano que tinha previamente definido. Se a alienação de acções se mantiver a este ritmo, Gates deixará de ter qualquer participação no grupo em 2018, nota a Reuters.
Depois de 30 anos à frente da Microsoft, Gates anunciou, em meados de 2008, que cessaria qualquer função executiva no grupo, ao qual passaria a dedicar “um terço do seu tempo” como conselheiro tecnológico. Cada vez mais, aquele que aparece na lista da Forbes como um dos homens mais ricos do mundo tem-se dedicado à filantropia, tendo, em 2000, criado com a sua mulher a fundação Bill & Melinda Gates.
Fonte: http://www.publico.pt/economia/noticia/bill-gates-deixa-de-ser-o-principal-accionista-da-microsoft-1634505
Rússia pede ajuda dos EUA contra ofensiva militar da Ucrânia
Rússia pede ajuda dos EUA contra ofensiva militar da Ucrânia
MOSCOU,3 Mai (Reuters) - O ministro das Relações Exteriores da Rússia Sergei Lavrov disse ao secretário de estado norte-americano John Kerry que os Estados Unidos devem usar de sua influência para impedir o governo ucraniano de continuar operações militares no sudeste da Ucrânia, informou neste sábado o Ministério das Relações Exteriores russo.
Lavrov também disse que é importante que o papel da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE), enquanto mediadora do conflito, seja ampliado para assegurar que Kiev cumpra o acordo de Genebra e diminua as tensões na Ucrânia.
"As chances disso acontecerem ainda existem", afirmou o ministério das Relações Exteriores em comunicado, à medida que todas as regiões ucranianas estejam representadas em um diálogo nacional pela reforma constitucional, e "terroristas" do Setor Direita --grupo nacionalista ucraniano que atua na Ucrânia ocidental-- forem combatidos.
Lavrov, em conversa pelo telefone com o ministro do Exterior alemão Frank-Walter Steinmeier, também disse estar preocupado com notícias de que o exército ucraniano estaria se preparando para atacar a cidade ucraniana de Slaviansk, no sudeste, de acordo com um comunicado do ministério.
A cidade de Slaviansk tem se transformado em reduto de separatistas pró-russos fortemente armados.
(por Jason Bush e Megan Davies)
Maior resistência de superbactérias a antibióticos ameaça população mundial
Maior resistência de superbactérias a antibióticos ameaça população mundial
A resistência das bactérias aos antibióticos é hoje o maior perigo à saúde pública e ameaça a população de todos os países.
As superbactérias são uma ameaça ao nosso futuro e em breve podemos voltar a morrer de infecções comuns. É o que mostra um levantamento feito pela Organização Mundial da Saúde. A OMS analisou dados de 114 países e concluiu que o uso indiscriminado de antibióticos tem aumentado rapidamente a resistência das bactérias no mundo todo.
No caso da escherichia coli, por exemplo, responsável pelas infecções urinárias, na década de 80 todos os casos eram curados com antibiótico. Hoje em muitos países apenas metade dos pacientes que tem essa infecção consegue se curar. O relatório também mencionou taxas altas de resistência de bactérias que causam pneumonia e gonorreia.
"Estamos voltando para a época em que não existiam antibióticos, para o século XIX, quando as pessoas morriam de infecção urinária ou do pulmão. É isso que vai acontecer", diz um microbiologista.
O que fazer para reverter esse cenário assustador? Além de investir em pesquisas para descobrir antibióticos mais potentes, segundo a Organização Mundial da Saúde é preciso uma ação coordenada para evitar o abuso do uso desses medicamentos no mundo todo. Os governos também têm que aumentar o acesso da população à água limpa e à higiene. Tudo isso pode ajudar a diminuir os casos de infecções e, dessa maneira, o uso de antibióticos.
O que fazer para reverter esse cenário assustador? Além de investir em pesquisas para descobrir antibióticos mais potentes, segundo a Organização Mundial da Saúde é preciso uma ação coordenada para evitar o abuso do uso desses medicamentos no mundo todo. Os governos também têm que aumentar o acesso da população à água limpa e à higiene. Tudo isso pode ajudar a diminuir os casos de infecções e, dessa maneira, o uso de antibióticos.
E é preciso agir rápido, diz o diretor assistente da Organização Mundial da Saúde. “Ninguém está livre de contrair uma superbactéria. Todos nós, nossa família, todas as pessoas nesta sala, nossos amigos, quando estivermos mais vulneráveis e precisarmos desses medicamentos há a possiblidade de que eles não funcionem mais", afirma.